Termo de Cooperação Técnica pode ser firmado para dar sequência ao trabalho de implantação de microchip em cães
Estima-se que no município tenha mais de 2,5 mil cães.
Dar continuidade ao trabalho de chipamento de cães iniciado em São Ludgero. Este foi o tema de uma importante reunião que ocorreu no Gabinete do Prefeito, nesta quinta-feira, 16 de abril, às 14 horas, entre os membros da Associação de Proteção Animal (APA), o Secretário Municipal de Administração Rodrigo Pavei e o prefeito Volnei Weber. Na ocasião, tratou-se também da possibilidade de ser firmado um Termo de Cooperação Técnica entre o Município de São Ludgero e a Fundação Educacional Barriga Verde (Febave).
Estima-se que a população de cães e gatos da cidade ultrapasse 2,5 mil animais. Na proposta de Cooperação Técnica, o trabalho seria desenvolvido através do Curso de Medicina Veterinária. O presidente da Associação de Proteção Animal, José Allein, informa que 600 cães já receberam chipamento. O trabalho a ser desenvolvido pela Febave seria a realização da implantação de microchip, castração e atendimentos clínicos e cirúrgicos, bem como a realização de palestras e oficinas. Os membros participantes da reunião, após debaterem as cláusulas do termo, aprovaram a proposta e o próximo passo agora será o encaminhamento de um Projeto de Lei para análise e aprovação dos vereadores. “O problema de abandono de cães e gatos em São Ludgero somente acabará se existir um esforço conjunto e uma maior consciência das pessoas”, ressalta o presidente José Allein. O Secretário Municipal de Administração, Rodrigo Pavei, informa que na parceria o custo para a implantação do microchip seria de R$ 20,00 e a castração em o valor médio de R$ 80,00 para cada animal. “O investimento é de suma importância e além de contribuir para reduzir um problema social é questão de saúde pública e por isso a Administração Municipal abraçará a causa que há anos perdura no município”, reforça.
Para o prefeito Volnei Weber o abando de cães e gatos pelo município é um problema sério e gera muitos transtornos para as pessoas. “Acreditamos que esta Cooperação Técnica com a Febave poderá oportunizar a solução para este problema e a partir daí um controle. É preciso citar que não basta somente a participação financeira da Administração Municipal, mas o empenho da Associação, da Secretaria da Saúde, Vigilância Sanitária, vereadores e comunidade em geral para que os resultados sejam positivos”, observa.