Superadas as dificuldades iniciais famílias expressam a alegria de morarem no Condomínio Habitacional Aloísio Schlickmann

Superadas as dificuldades iniciais famílias expressam a alegria de morarem no Condomínio Habitacional Aloísio Schlickmann
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01/01/2021

No dia 28 de junho as famílias realizaram uma confraternização.

   Alegria, segurança e orgulho. Estas palavras definem atualmente a opinião da maioria absoluta das famílias que residem no Condomínio Habitacional Aloísio Schlickmann, localizado no bairro Encosta do Sol, em São Ludgero. Reconhecem que no início, grandes dificuldades foram enfrentadas em relação aos problemas na estrutura física, respeito às regras e relacionamentos diversos. Mas, após um ano, completados no dia 28 de junho, com a realização de uma grandiosa confraternização, a situação mudou para melhor. O maior desafio atual e futuro é conseguir que a Caixa Econômica Federal, responsável pela liberação do recurso e fiscalização da obra, viabilize a solução dos problemas estruturais existentes, especialmente no que tange a parte de reboco externo dos prédios, um direito garantido através da garantia de 5 anos no que se refere a construção. São 100 apartamentos e alguns poucos estão vazios aguardando a chegada de novas famílias.

   Para Ornélio Oestreicher, 63 anos, encanador de profissão, que mora com a esposa Ana Ivone Knorst, o condomínio é um bom lugar para viver e significa deixar de pagar R$450,00 de aluguel por mês. “Hoje pago R$ 33,00 por mês referente ao financiamento Minha Casa Minha Vida. Enfrentamos várias dificuldades no início como barulho e a falta de respeito às regras, mas atualmente já está tudo mais tranquilo”, conta. Outra moradora é Rosangela Fausto, 40 anos, que reside com o marido e cinco filhos. Ela veio da área de risco Morro dos Gesing e não esconde a felicidade de estar morando em apartamento. “É mil vezes melhor morar no condomínio, pois, se tivéssemos no morro acredito que já tinha acontecido uma tragédia. Aqui temos muito mais segurança e não temos mais a dificuldade de acesso”, relata. Já a moradora Fátima Matias, 51 anos, aposentada, que reside com o esposo e filho, diz com alegria que são inúmeros os elogios recebidos de pessoas de fora que visitam São Ludgero. “Quando pensamos em casas da Cohab ou Condomínio Habitacional, logo vem na mente imagens de sujeira e tudo mais. Ai as pessoas chegam em nosso Condomínio e percebem tudo organizado e limpo, mudam rapidamente de opinião dizendo que é um local muito bonito para viver”, detalha. Ela completa dizendo que antes pagava R$ 500,00 de aluguel e que hoje possui sua casa própria e paga R$ 37,50, mensalmente.

   O Síndico e Zelador do Condomínio Habitacional Aloísio Schlickmann, Alison Marghott, 31 anos, que também mora em um dos apartamentos e foi um dos contemplados através da Minha Casa Minha Vida, faz a observação de que o local continuará limpo, organizado e bonito se existir a colaboração e comprometimento diário de cada família. “Não basta pagar os R$ 62,00 de condomínio mensalmente é preciso outros cuidados para que o local permaneça bonito e muito bom para as famílias viverem”, ressalta. Alison confirma que os primeiros meses foram difíceis. “Problemas estruturais sérios, não respeito em relação às regras e a dificuldade de convívio de forma geral. Mas, felizmente atualmente já podemos dizer que as melhorias aconteceram e existe um ambiente harmônico no condomínio”, pontua. Ele conclui dizendo que problemas estruturais são desafios ainda a serem resolvidos. “São dois problemas estruturais que preocupa as famílias. Um está relacionado ao reboco nas paredes externas e já acionamos através da Patrícia da Assistência Social várias vezes a Caixa Econômica Federal esperando que seja resolvido por definitivo o problema. Afinal, a fiscalização foi da Caixa e nos repassaram que tem 5 anos de garantia a obra. Outro assunto que é preciso resolver é o acesso ao condomínio. Pelo portão existente uma ambulância não passa e nem um caminhão do Corpo de Bombeiros se for preciso”, resume.