Reunião teve objetivo de repassar informações sobre as vacinas Hepatite A, HPV e alertar sobre a Febre Chikungunya
São Ludgero possui um total de 23 Agentes Comunitárias de Saúde.
Com o objetivo de repassar informações às 23 Agentes Comunitárias de Saúde do município de São Ludgero sobre a inclusão da vacina contra Hepatite A no Calendário Nacional Anual, bem como tratar sobre a segunda dose da HPV e ainda alertar sobre a Febre da Chikungunya foi realizada uma reunião no Auditório da Secretaria da Saúde e Promoção Social.
Conduziu a reunião a Coordenadora da Atenção Básica, Enfermeira Maria Madalena Beltrame, que contou com a participação de uma das responsáveis pela Sala de Vacinas do município, Renata Joaquim. Sobre a vacina contra Hepatite A receberam orientações e material. “As Agentes Comunitárias ficaram sabendo que agora a vacina entrou na rotina, foi debatido sobre as hetatites virais e testes rápidos”, detalha a Coordenadora. Foi tratado durante a reunião, também, sobre a segunda dose da vacina HPV (Papiloma Vírus Humano) que iniciou este ano com a primeira dose realizada no primeiro semestre e que a partir de setembro será realizada a segunda dose, de um total de três. Deve receber a vacina da HPV meninas de 11 a 13 anos. O vírus é transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.
Outro assunto tratado foi sobre a Febre do Chikungunya. Na ocasião foi repassada informações sobre a doença. Em Santa Catarina, até a semana epidemiológica a presença do Aedes Aegypti foi detectada em 76 municípios e o Aedes Albopictus encontra-se presente em 184 municípios, bem como a existência do fluxo de pessoas provenientes de áreas de transmissão, existe o risco de introdução e circulação viral de Chikungunya no estado. A doença pode manifestar-se clinicamente de três formas: aguda, subaguda e crônica. As agentes ficaram sabendo que a doença tem transmissão autóctone na África e Ásia e, a partir do final de 2013, em diversos países do Caribe São Martinho/França, São Martinho/Holanda, Martinica, Guadalupe, Dominica, São Bartolomeu, Ilhas Virgens Britânicas, República Dominicana, Anguilla, Antigua e Barbuda, Saint Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Haiti, Guiana, Guiana Francesa e Porto Rico. “Até o momento no Brasil, segundo informações do Ministério, há somente registros de casos importados”, informa a Enfermeira Maria Madalena Beltrame.