Professores da Rede Municipal de Ensino em São Ludgero receberão compensação salarial de 8,33%

Professores da Rede Municipal de Ensino em São Ludgero receberão compensação salarial de 8,33%
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01/01/2021

Projeto de Lei será encaminhado nos próximos dias pelo Executivo Municipal ao Legislativo.

     Todos os professores da Rede Municipal de Ensino em São Ludgero terão um acréscimo no salário de 8,33%. Trata-se de uma compensação da diferença entre o reajuste do Piso Nacional do Magistério (Governo Federal) e o percentual repassado a todos os servidores diante da Inflação Geral Anual, seguindo o que determina o Plano Municipal do Magistério transformado em lei no ano de 2014.

       A boa notícia foi repassada pelo prefeito Volnei Weber, durante evento festivo referente ao Dia do Professor, comemorado no dia 15 de outubro. A compensação é relacionada aos anos de 2015 (4,67%) e 2017 (3,66%). O Secretário de Administração, Finanças e Planejamento, Rodrigo Pavei, esclarece que o ano de 2016 não foi considerado em virtude de ter sido ano eleitoral e a legislação eleitoral proibir.

         O prefeito Volnei Weber lembra que cada decisão tomada pela atual Administração Municipal é de forma segura para não comprometer a gestão municipal. “Estamos felizes por oportunizar este percentual aos professores, um direito e ao mesmo tempo uma dívida municipal e que com muito controle nos gastos agora com maior segurança financeira, podemos fazer a oficialização. A reinvindicação também era da ex-secretária Maria Marlene”, enfatiza. Ele aproveita para fazer um único pedido à classe, que continue abraçando com força a missão de ensinar. “Sei que muitas vezes o professor não apenas transmite conhecimento e sim educa, realiza o papel dos pais. Mas, peço que sigam firmes, pois as crianças serão responsáveis pelo futuro da sociedade”, reforça o prefeito.

     Nos próximos dias a Administração Municipal encaminhará o Projeto de Lei ao Legislativo Municipal para parecer das comissões e votação por parte dos vereadores. O presidente da Câmara de Vereadores, Léo Fuchter, diz que o assunto já vem sendo tratado entre Legislativo e Executivo a um bom tempo, mas era preciso segurança financeira. “A vontade existia, mas não poderíamos comprometer a gestão municipal”, resume.