Pastor Antônio esclarece que diretora não impediu uso do Centro Multiuso Dimas Schlickmann
Prefeito Volnei Weber ouviu a diretora Célia e o Pastor Antônio no dia 3 de setembro sobre o assunto levantado em tribuna pelo presidente da câmara Edemilson Daufenbach.
“A diretora Célia não negou a utilização do Centro Multiuso Dimas Schlickmann e sim alegou que existia o risco do evento ser interrompido através de ação do Corpo de Bombeiros Militar”. Com esta declaração o assunto em relação a utilização do espaço público em São Ludgero, levantado em tribuna pelo presidente do Legislativo Municipal, Edemilson Daufenbach, é de fato esclarecido.
Após receber a informação de que poderia estar havendo discriminação na utilização do Centro Mulitiuso Dimas Schlickmann, no dia 3 de setembro, o prefeito Volnei Weber, se reunião com a Diretora de Cultura, Célia Baschirotto Buss, e o Pastor da Igreja Aliança Divina, Antônio Carlos de Lima, com o objetivo de esclarecer o assunto. “Como prefeito eu tinha que saber a verdade em relação ao ocorrido que chegou a ser assunto de tribuna no Legislativo e, posteriormente, veiculado em vários meios de comunicação. Por isso, coloquei a Célia e o Pastor Antônio ao redor da mesma mesa para que detalhassem o que teria ocorrido de verdade”, explica.
Para o prefeito, ao final da conversa, ficou claro que existiu uma distorção na informação repassada. “Nenhuma entidade foi e será impedida de utilizar o espaço. O que houve foi uma distorção na informação”, enfatizou Volnei Weber.
Sobre a utilização do Centro Multiuso Dimas Schlickmann, a diretora Célia Baschirotto Buss, esclareceu ao prefeito que diante do fato da Administração Municipal estar trabalhando para atender determinadas exigências do Corpo de Bombeiros Militar, ela está repassando às entidades de que existe o risco de eventos serem impedidos de serem realizados. “O risco existe e entendo que é uma informação importante que deve ser repassada às entidades e pessoas que irão utilizar atualmente o local”, observa. Já o Pastor Antônio fez questão de esclarecer que em nenhum momento foi até a câmara ou procurou algum vereador para dizer que as igrejas foram impedidas de utilizar o espaço público. “O presidente Edemilson esteve na Vigilância Sanitária, no meu local de trabalho, e conversamos sobre a Marcha para Jesus. Na ocasião, eu falei para ele de que as igrejas decidiram não realizar o evento no Centro Multiuso Dimas Schlickmann pela alegação de existir o risco do evento ser impedido de acontecer por parte do Corpo de Bombeiros Militar devido a falta de uma porta de emergência. Isso foi o que aconteceu e nada mais”, resumiu.